Brevíssima história de quase tudo- Bill Bryson

40572_ggBrevíssima história de quase tudo é a versão infantojuvenil do best-seller Breve história de quase tudo. Preocupado com perguntas inquietantes que o afligira durante grande parte de sua vida, Bill Bryson, autor do livro, buscou respondê-las de maneira inteligente e em alguns casos, engraçada.

A obra faz um apanhado geral de geografia buscando desvendar os mistérios e as curiosidades relacionadas ao Big bang, ao planeta Terra, aos dinossauros, as teorias científicas, aos nossos ancestrais, a fórmula de DNA e diversas indagações levantadas durante a história do nosso planeta. Como o próprio autor afirma: “Este livro conta como foi a passagem do nada absoluto para a existência de alguma coisa e como uma pequena parte dessa alguma coisa se transformou em nós. Também fala um pouco do que ocorreu no meio-tempo e desde então.” (p.8)

Uma obra cheia de ilustrações e textos dinâmicos vale a pena conferir!

Viaje em alguns trechos:

Agora, a pergunta que em algum momento ocorreu a todos nós é: o que aconteceria se fôssemos até o limite do universo e puséssemos a cabeça para fora? Onde ficaria nossa cabeça, já que não estaria mais no universo?” (p.18)

[…] o universo é enorme. Para nós, ele vai só até onde a luz viajou nos bilhões de anos que se passaram desde sua formação. No entanto, segundo a maioria das teorias, o universo é muito mais vasto. O número de anos-luz até o limite desse universo maior e invisível seria escrito não com dez ou cem zeros, mas com milhões de zeros.” (p.19)

Como fazer um universo

Você precisa de:

  • um próton – reduzido a bilionésimo do tamanho;

  • todas as partículas de matéria (poeira, gás e outras) que você encontrar desde aqui até o limite do universo;

  • um espaço – muito, muito menor que o minúsculo próton

Pegue um próton…

Por mais que você se esforce, nunca vai conseguir entender como o próton é pequeno. Muito pequeno. O próton é uma parte infinitesimal do átomo, que já é uma coisa inimaginavelmente minúscula. Agora, imagine que você pode (e é claro que não pode) encolher um próton até reduzi-lo a um bilionésimo de seu tamanho normal.

Acrescente…

  • todas as partículas da matéria que você encontrou;

  • e coloque-as num espaço tão exíguo que nem sequer tem dimensões.

Ótimo! Você tem tudo para fazer um universo.” (p.10)

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