Como a Geração Sexo-Drogas-e-Rock’n’Roll Salvou Hollywood – Peter Biskind

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PISO 5 (Esquerda – Bloco 1)

Este é um livro praticamente obrigatório para cinéfilos assumidos ou apenas admiradores da sétima arte.

Elogiado por jornais como “The New York Times”, “The Times” e “Time Out”, Como a Geração Sexo-Drogas-e-Rock’n’Roll Salvou Hollywood conta a história de jovens cineastas dos anos 1960 e 1970 que transformaram para sempre o jeito de fazer cinema.

Aquela nova geração surgiu sem o medo de ousar. Diferente dos grandes diretores da era dos estúdios, que temiam assumir um estilo próprio, os diretores da chamada Nova Hollywood não tinham o menor pudor de ter seus próprios estilos, de marcar diferenças entre si.

Entre os diretores dessa Nova Hollywood estavam Peter Bogdanovich, Francis Coppola, Stanley Kubrick, Mike Nichols, Woody Allen, Spielberg, Brian de Palma, entre outros. Nunca antes cineastas tinham conquistado tanto dinheiro e poder.

Uma leva de filmes dos novos cineastas anunciou o que viria a ser uma das épocas mais brilhantes da sétima arte: A Primeira Noite de Um Homem (1967), 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968); O Bebê de Rosemary (1968), Meu Ódio Será Tua Herança (1969), M*A*S*H (1970), Operação França (1971), Laranja Mecânica (1971), O Poderoso Chefão (1972), O Exorcista (1973), Taxi Driver (1976) e tantos outros.

Tratava-se de um período extremamente fértil para o cinema, marcado pela valorização do sexo, do rock e das drogas, mas que um dia teve seu fim. Esses tempos dourados duraram pouco mais que uma década, deixando marcas até hoje na produção cinematográfica mundial.

Saboreie alguns trechos:

 “No mesmo ano, o produtor Ray Stark contratou Coppola, na época com 24 anos, para reescrever O Pecado de Todos Nós. Rapidamente ele virou roteirista residente da Seven Arts, trabalhando em scripts para filmes como Esta Mulher É Proibida e Paris Está em Chamas? Estava cheio de sonhos mas, com a ambivalência que marcaria toda sua carreira, expressava uma disposição limitada de trabalhar dentro do sistema. “O modo de chegar ao poder nem sempre é desafiar o sistema, mas primeiro abrir um espaço dentro dele para depois desafiá-lo e traí-lo”, ele disse. “Você tem que ter seus objetivos bem claros e ser inescrupuloso”” (p. 155).

“PARA SCHRADER, COCAÍNA ERA COMO leite materno; ele mergulhou na cultura das drogas com o entusiasmo de um fundamentalismo renegado. Como Scorsese, acreditava que a cocaína auxiliava sua criatividade. Sempre tece o hábito de escrever dopado, portanto a transição para as drogas foi mais fácil. “Eu escrevia doidão e revisava careta”, ele diz.” (p.400)

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