A crise dos 25: Como lidar com os desafios da transição para a vida adulta – Alexandra Robbins e Abby Wilner

Localização do livro na estante: G158.0842 / R632c

Localização do livro na estante: G158.0842 R632c – Piso 5 (Direita – Bloco 1)

 A crise dos 25 trata de um tema muito importante na vida de cada indivíduo: a transição do “mundo sonhador” dos jovens para o “mundo real” dos adultos.

Essa fase de dúvidas e incertezas ocorre geralmente após o término da faculdade, onde o jovem sai de um mundo palpável, em que sua preocupação concentrava-se apenas nos estudos, e de repente se vê diante de novas responsabilidades e mudanças.

Composto por duas jornalistas de 25 anos, a obra dá voz aos jovens que relatam suas angústias, conquistas e frustrações, mostrando o que motivaram-lhes a seguir em frente e a lição que aprenderam com cada experiência. O livro ajudará não somente quem está passando por essa transição, mas também os familiares e amigos. O objetivo da obra é fazer com que o jovem sinta-se confiante e perseverante diante das dificuldades, construindo seu próprio caminho.

Saboreie alguns trechos:

“[…] A maioria dos jovens adultos conhecem pessoas que se arriscaram muito e acabaram conseguindo exatamente o que queriam. Apesar desses exemplos, e às vezes também por causa deles, muitos não conseguem ‘ir atrás’ do que querem, buscar seus sonhos e assumir seus riscos. Uma das razões desse bloqueio é que lhes falta força para superar a grande dúvida: ‘E se eu fracassar?’” (p. 69)

“O risco faz parte da vida, e quem não se arrisca, ainda mais na faixa dos 20 aos 30 anos, perde a chance de aproveitar uma das fases mais dinâmicas e borbulhentas da vida. ‘Como saber que as decisões que tomei são certas? Não sei e ponto final’, diz Rick, de 25 anos. ‘Você precisa aceitar o fato de que não pode se dividir em duas pessoas e trilhar caminhos diferentes. Você faz suas opções e, quando isso acontece, desiste de outras oportunidades. O importante é ser capaz de assumir riscos e de tomar as decisões, mesmo que elas se revelem um equívoco mais tarde. É mais fácil encontrar pessoas lamentando o que deixaram de fazer do que aquilo que realizaram. ’” (p. 121)

Ouça aqui