Renato Russo: O Filho da Revolução – Carlos Marcelo

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Localização na Estante: G 927.80/ M263r – Piso 2 (Direita – Bloco 1)

A obra de Carlos Marcelo, publicada pela editora Agir, traz informações inéditas sobre o líder do grupo “Legião Urbana”. Letras e documentos encontrados revelam sonhos, paixões e confissões do artista brasileiro Renato Russo.

Possui também uma série de entrevistas de familiares e amigos íntimos, e de outros músicos como Ney Matogrosso, Herbert Vianna, Tony Bellotto.

Uma ótima sugestão para os fãs e admiradores desse cantor que revolucionou o cenário do rock nacional.

 

 

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John Lennon – A Vida – Philip Norman

Localização do livro na estante: G927.80 / N842jPISO 2 (Direita - Bloco 1)

Localização do livro na estante: G927.80 / N842j
PISO 2 (Direita – Bloco 1)

John Lennon – A Vida junta relatos de amigos, fotografias, depoimentos de pessoas próximas, documentos de familiares e até do próprio cantor para contar a trajetória daquele que foi o vocalista de uma das bandas britânicas mais aclamadas de todos os tempos: os Beatles.

Quem vê o sucesso de John, Paul, George e Ringo não imagina as perdas e derrotas que John passou até chegar ao topo. Você encontrará no livro todas essas narrativas, desde a infância, adolescência e a morte da mãe com quem pouco teve contato, até as dificuldades para se firmar no cenário musical, o ápice dos Beatles e o relacionamento com Yoko Ono.

Nesta obra, a história de John Winston Lennon foi longamente pesquisada e demorou três anos para ser escrita, por Philip Norman, que já escreveu outro respeitado livro sobre os Beatles: Shout! The Beatles in Their Generation (1981).

Esta biografia traça a vida do garoto de Liverpool, dando aos fãs e admiradores a oportunidade de conhecer ao máximo os detalhes da história de John Lennon.

Saboreie alguns trechos:

“Tampouco alguém de fora poderia ter adivinhado a insegurança subjacente até mesmo aos maiores triunfos dos Beatles em 1963. Como ocorria com qualquer outro fabricante de sucessos pop desde os tempos de Bill Haley, a suposição era de que, cedo ou tarde, a novidade sofreria um desgaste inevitável e o volúvel gosto adolescente elegeria outra coisa. Esta era a pergunta que a mídia lhes fazia com mais frequência, depois de perguntar sobre o nome e os cabelos: quanto tempo poderia tudo isso durar? A resposta de John era sempre direta e autocrítica: “Você pode ser convencido e dizer ‘Claro, vamos durar dez anos’, mas, na verdade, assim que termina de dizer isso você pensa… teremos muita sorte se durarmos três meses””. [p.339]

“O pior veio a seguir, quando Koschmider os conduziu às acomodações que, por contrato, teria de lhes proporcionar. A dois quarteirões de distância, Paul Roosen Strasse, também era dono de um pequeno cinema, o Bambi, que exibia tanto fitas pornográficas como velhos filmes de gangster e de bangue-bangue de Hollywood. Os aposentos dos Beatles eram um quarto sujo e sem janelas e dois gloriosos depósitos de vassouras logo atrás da tela. A única água disponível para a higiene era os banheiros adjacentes ao cinema. “Fomos colocados neste chiqueiro”, John lembrou. “Morávamos num banheiro, bem ao lado do banheiro feminino. Íamos para a cama tarde e éramos acordados no dia seguinte pelo som do espetáculo de cinema e de velhas Fraus alemãs mijando na sala ao lado.”” [páginas 200 e 201]

Ouça aqui John Lennon