Menina Bonita do Laço de Fita

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Localização na estante: EI M149mb PISO 2 (Direita – Sala Infantil)

O livro infantil de Ana Maria Machado, ilustrado por Walter Ono, narra a história de um simpático coelho branco que busca entender o motivo da menina do laço de fita ser tão bonita por sua cor de pele que é negra.

A obra possui uma linguagem fácil e agradável aos leitores, além do caráter lúdico e trata das diferenças raciais em um universo infantil que é desprovido de maldade, valorizando a diversidade a partir da raça negra, tratando o tema com bastante sensibilidade e sutileza.

 

Saboreie alguns trechos:

 

“O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.

E pensava:

– Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela…” (p. 06)

 

“- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?

A menina não sabia e… Já ia inventando outra coisa, uma história […].” (p. 12)

 

O livro “Menina bonita do laço de fita” pertence ao Acervo da Biblioteca Comunitária, venha conferir e conhecer a história dessa linda menina!

Texto elaborado em pareceria com a Disciplina: Leitura e escrita: fundamentos, práticas e ensino do Curso de Pedagogia

ouça aqui Menina bonita do laço de fita

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O Mago – Fernando Morais

Localização do livro na estante: G928.69 / C672m

Localização do livro na estante: G928.69 / C672m
PISO 2 (Direita – Bloco 1)

Odiado por uns e amado por outros, não há como negar que Paulo Coelho é um dos escritores brasileiros contemporâneos mais conhecidos.

Em O Mago, Fernando Morais traz a história de vida do escritor que vendeu mais de cem milhões de livros, do menino que foi parar no manicômio, do rapaz que experimentou várias experiências sexuais e foi até preso pela ditadura, mas que conseguiu na escrita alcançar o planeta.

E isso não é apenas um modo de expressão. Paulo Coelho conseguiu ser tão universal que foi elogiado por príncipes, rainhas, presidentes e até xeiques, sendo o autor vivo mais traduzido de todo o mundo.

Mas antes de atingir fama nos patamares de um popstar, Paulo Coelho teve que superar várias barreiras, entre elas uma marcante, que vinha de casa: sua própria mãe acreditava que ser escritor era uma “fantasia” e que só o Jorge Amado poderia viver dos livros.

Por tudo que Paulo Coelho representa hoje, vemos o quão errada ela estava…

Saboreie alguns trechos:

“Absorto nesses pensamentos, não notou os dois enfermeiros que se aproximaram e pediram que os acompanhasse até outra área do prédio. Conduziram-no a um cubículo de chão ladrilhado e paredes revestidas de azulejos, onde o dr. Benjamim o esperava. No centro do cômodo havia uma cama coberta com um grosso lençol de borracha e, ao lado, um pequeno aparelho parecido com um transformador de energia doméstico, com fios e manivela – era a chamada “maricota”, semelhante ao equipamento usado clandestinamente pela polícia para torturar presos e obter confissões e se apavorou:

– Quer dizer que vou tomar choques?” (p. 175-176)

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