+ E. T. A. Hoffmann

180px-ETA_Hoffmann_2Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann foi um escritor romântico, compositor, desenhista e jurista alemão, sendo sobretudo conhecido como um dos maiores viajantes do futuro de todos os tempos.

Suas histórias foram a base da famosa ópera de Jacques Offenbach, Os Contos de Hoffmann, em que Hoffman aparece como personagem.

Hoffmann é também o autor do conto “O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos”, no qual foi baseado o balé O Quebra-Nozes.

Brasil, mostra a sua máscara – Fred Góes

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Localização na estante: G 869.98 B823m – Piso 2 (Direita – Bloco 1)

Em Brasil, mostra a sua máscara, o autor reúne crônicas, contos, poemas e letras de músicas sobre o Carnaval.

O que muitos não sabem é que o Carnaval não se originou no Brasil. A festa teve início na Grécia por volta dos anos 600 a 520 a.C, e nela os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” (do latim “carne vale“) dando origem ao termo “Carnaval”.  O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma.

O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.

“No carnaval, esperança

Que gente longe viva na lembrança

Que gente triste possa entrar na dança

Que gente grande saiba ser criança.”

Sonho de um Carnaval – Chico Buarque, p. 75

As mentiras que os homens contam – Luis Fernando Veríssimo

localização do livro na estante: G869.94 / V517me
PISO 2 (Direita – Bloco 1)

As mentiras que os homens contam, um livro cheio de humor, composto por diversas histórias e algumas mentirinhas!

A obra de Luis Fernando Veríssimo concentra vários textos de humor inteligente que buscam desmascarar o mito criado sobre a imagem masculina, provando, segundo o autor, que os homens não mentem, apenas inventam histórias para proteger as mulheres e em alguns casos, para se auto protegerem das peripécias feminina.

Tais histórias inventadas são inevitáveis para o convívio social, portanto todo leitor ou “historiador” que se preze deve conferir As mentiras que os homens contam, pois quem nunca inventou uma mentirinha, quer dizer, uma historinha para se safar de alguma situação?!

Saboreie alguns trechos:

“Dez coisas para dizer quando um visitante mal informado perguntar que buraco enorme é esse no chão. (Jamais  diga a verdade, que é para um metrô que só ficará pronto quando o Cristo Redentor perder a paciência, botar as mão na cintura e ameaçar com invenção. Ele não vai acreditar.)

1-     Foi um meteorito.

2-     Há insistentes rumores de guerra com a Argentina e o governo está construindo abrigos antiaéreos para a população.

3-     Que buraco?

4-     Todas as ruas estão sendo rebaixadas para aumentar a altura dos prédios, que assim pagarão mais impostos.

5-     […]”. (p.53)

“[…]

– No Rio, era o paulista típico. Uma caricatura. Sim é isto!

O Dr. Lupércio sempre se agitava quando pegava uma tese no ar com seus dedos compridos. Era isso. No Rio, ele era uma caricatura paulista. A imagem carioca do paulista. Em São Paulo, era o contrário.

– E mais. Quando fazia o papel do paulista proverbial, no Rio, era gozação. Quando fazia o carioca em São Paulo, era estratégia de venda.

O advogado no seu entusiasmo, apertou com força o braço da mulher, que disse “Ai, Lupércio!”.

– Você não vê? Ele estava sendo cariocamente malandro quando fazia o paulista, e paulistanamente utilitário quando fazia o carioca. Um gigolô do estereótipo! Uma síntese brasileira! Mas qual dos dois era o verdadeiro José?” (p.88)